Tuesday, 18 November 2014

Photo exhibit by the Portuguese Canadian History Project / Exposição de Fotografia do Projeto de História Luso-Canadiana


A Universidade de Toronto, a Universidade de York e o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua têm o prazer de o/a convidar para a exposição de fotografia criada pelo Projeto de História Luso-Canadiana.

A exposição ficará patente ao público no foyer do Victoria College, entre os dias 19 e 21 de novembro.

A inauguração será assinalada por uma palestra a cargo de Emanuel da Silva (13:00-14:00, sala 323).

A entrada é livre e todos são bem-vindos!

Sunday, 9 November 2014

XI Portuguese Language Week – Nov 10-14, 2014


                                                                                   Will of D Afonso II , june 27, 2014

                                                                           Testamento de Afonso II, 27 junho 1214

 8 SÉCULOS DE LÍNGUA PORTUGUESA-1214-2014

10-12 Novembro – Exposição TEMPO DA LÍNGUA & ETIMOLOGIA DAS PALAVRAS FAVORITAS– Victoria College, 2º Andar

11 Novembro – Lançamento do blogue SOTAQUES – sotaquesuoft.utoronto.ca

12 Novembro – MESA REDONDA DE ESCRITORES (Erika de Vasconcelos, Carlo Matos, Irene Marques, Emanuel Melo)- Capela do Victoria College, 2º andar,  Sala 213, 17:00-19:00

Esta atividade é realizada em colaboração com o Camões Instituto e a Universidade de York e está inserida no programa “Entre Margens e Memórias: Representações da Diáspora.”

13 Novembro – Encontro com a INVESTIGADORA Anabela Mimoso – Victoria College, Sala 211, 10-12am

14 Novembro – Entrega do Prémio PEDRO DA SILVA, cortesia da Caixa Geral de Depósitos Toronto

Encontro com as ESCRITORAS Aida Baptista e Anabela Mimoso – Citizenry Café (982 Queen Street W), 18:00-20:00

Esta atividade é realizada em colaboração com o Camões Instituto e a Universidade de York e está inserida no programa “Entre Margens e Memórias: Representações da Diáspora.”


Saturday, 8 November 2014

“Entre Margens e Memórias: Representações da Diáspora”, Nov 2 – Dec 1 2014

The University of Toronto, York University and Camões I.P. extend you a warm invitation to attend the events which make up the program “Entre Margens e Memórias: Representações da Diáspora”. It includes talks, film screenings and exhibits and aims at promoting a critical and open reflection about the Portuguese-speaking Diaspora.

Click on the link for the Calendar of Events

Entry is free and all are welcome!

Thursday, 6 November 2014

Uma tarde com o escritor Gonçalo M. Tavares

No dia 23 de outubro, os alunos do PRT320 e PRT420 tiveram a oportunidade de ouvir e colocar questões ao escritor G.M. Tavares. O escritor falou, de forma acessível, para o nosso público, composto por alunos de Português Segunda Língua. Leitura como primeiro passo para a escrita, a leitura indispensável dos clássicos e a obrigatoriedade de ouvir a opinião dos professores na seleção de títulos entre os milhões existentes.




Notas da conversa com o escritor G.M.Tavares:


O que é a escrita? O que é ser escritor?
Nao há ligação entre matéria e palavra. Por exemplo: a palavra cão não morde. A palavra mesa não serve para colocar nada em cima. O alfabeto nada mais é do que uma combinação de traços. O traço é comum à literatura, ao desenho e outras artes. A língua é muito abtracta, são traços, é quase um código morse. Como é que eu com traços e formando palavras consigo fazer ver, acreditar, sentir? É muito complexo. O leitor conseguir ver é que faz a qualidade da escrita. Quando o leitor se emociona ao ler um livro, estamos a emocionar-nos com traços. O meu livro O senhor Valery é uma homenagem a vários escritores, artistas. São histórias muito curtas. Tento escrever o mais sintéticamente possível, oito palavras em vez de quinze, se for possível. O meu objetivo é diminuir ao máximo o número de palavras dizendo o que quero dizer. Escrevo primeiro a “massa bruta”. Depois, passadas semanas, de 4 ou 5 páginas reduzo tudo para metade duma página.  Às vezes demoro 3 semanas, um mês a rever as 10 páginas que escrevi à mão. Ao fim desse mês, em vez de 10 páginas, tenho ½  página. O que me interessa é concentrar a energia toda do texto em poucas palavras. Creio que isso contribui para maiores interpretações da leitura. No livro O Senhor Brecht as histórias são muito curtas, resultado de muito trabalho. Meia página pode dizer muito.
(Leu O Desempregado/ O cantor/ O homem mal-educado)
Eu acho que se deve intervir politicamente de forma literária. No texto Avaria eu intervenho sobre a pena de morte. Eu acredito que através da caricatura, da ironia se pode intervir, se pode pôr em causa muita coisa.
(Leu O estrangeiro/ O mestre/ A revolta)
No estrangeiro, por exemplo, pode comparar-se com o professor de línguas. Gosto dos meus textos muito pequenos que podem ser usados como debate. Se se conseguir encurtar o texto, fica muito mais para interpretar.

Porque levo tanto tempo a publicar?
O próprio tempo ajuda a selecionar. O que me parece muito bom hoje, daqui a uma semana ou um mês já me parece menos bom. Escrevo, ponho numa gaveta e daqui a 3 ou 4 anos volto ao texto.  Encontro muitas coisas que já não gosto, corto, seleciono.
Geralmente quando acabamos de escrever um texto achamos muito bom. Temos que criar distância, ser críticos de nós mesmos. Pôr tempo no meio é essencial.  Tento ser leitor e ver com olhos críticos e corrigir.
A literatura não é como o teatro,  permite não fazer uma estreia antes do tempo.
Há quem diga que não se deve escrever quando se está apaixonado. A emoção não deixa ver. Quando se escreve poesia debaixo de emoção e se dá a ler o mesmo texto a outra pessoa, geralmente essa nada vê daquilo que pensamos estar a transmitir. Quando se sente e se escreve, não se tem sentido critico.
Exemplo: o diário é um registo escrito importante para a pessoa. A escrita literária é para os outros, a pessoa não está na mesma situação. Ou a pessoa quer escrever paar si  - e o diário é bom exemplo, - ou para os outros, quer perturbar os outros, são coisas completamente diferentes.
Os surrealistas defendiam a escrita espontânea, automática, quase nada ficou do surrealismo a não ser na pintura.

Ler – por onde se deve começar?
Deve começar-se por textos simples, i.e., que não utilizem palavras complexas. Eu gosto de O Senhor Valery porque mesmo uma criança pode entender.
Para mim a leitura está associada ao prazer, é quase uma excitação. Está associada a toque. Eu leio sempre de lápis na mão. Não consigo ler sem um lápis. Ler não é passividade, para mim é uma atividade. Para mim, não é tempo passivo. Fisicamente eu leio debruçado soobre o livro. Quando estou cansado eu não leio, vejo televisão.
Se a pessoa está a ler um livro que não lhe dá prazer, deve deixar esse livro e passar a outro.
Deve ler-se os clássicos. Se o livro é bom e a pessoa não quer ter o trabalho de ler, está a ignorar as várias gerações. Exemplos: Crime e Castigo, Alice no Pais das Maravilhas, A Montanha Mágica, O grande sertão.
Deve ouvir-se as gerações anteriores e confiar na opinião daqueles que continuam a selecionar esses livros.
Em tantos milhões de livros para escolher ler, é bom ouvir a opinião de outros. Deve poder escolher-se à vontade mas dentro de uma lista proposta por alguém que lê e pode saber mais. Não se perde tanto tempo.

O que é um livro?
Não é uma capa. Um livro é algo que trata a lingua de forma diferente, é exigente, muda a velocidade da leitura. Se compararmos com um artigo de jornal, por exemplo, o texto literário tem que ter outra natureza.  Um livro deve inaugurar um mundo qualquer diferente.
Há uma diferença entre informação e cultura. A internete por exemplo dá a informação imediata, mas a cultura ensina a relacionar. A interneta com os “links” destrói a ideia do livro. O livro ajuda-nos a fazer ligações, ajuda à concentração.
A palavra concentração vem de “com um centro”. Só pode haver um centro, a leitura é um processo de concentração. A leitura eletrónica muda os centros, faz perder a concentracão.

Quando e como escrevo?
Quando escrevo, desligo a net, o telemóvel, fecho a porta, estou 4 a 5 horas fechado no meu “bunker”, os meus pais por exemplo quando querem comunicar comigo mostram a sua compreensão e amor, colocado-me papéis escritos debaixo da porta. Fico num estado meio hipnotizado, de zombie, vou tomar café à cozinha, mas nao falo com eles, com ninguém.
Geralmente na primeira hora não consigo escrever nada, só à terceira hora começa a sair qualquer coisa. O ritmo é muito importante, tem que se ter tempo, horas seguidas para se escrever.
O papel do livro é importante, o brilho é mais difícil de ler, no écran há um brilho que obriga a parar.
Escrever exige tempo. Eu não acredito que quem queira mesmo escrever não o encontre. Tem que se dizer não a muitas coisas. Tem que se dizer não às pessoas de quem gostamos muito.
Agora há mais tempo. Basta pensar no tempo dos nossos avós, o tempo que precisavam para cozinhar por exemplo. É injusto dizer que não temos tempo se pensarmos nas gerações dos nossos avós. Eu não concordo que a vida seja mais ocupada agora.

Como é que sabe que o que se escreve tem valor? Porque demorei tanto tempo a publicar?
Mandar o livro concorrer a prémios é uma boa maneira. Os amigos e familia vão sempre achar que o que escrevemos é bom. Temos que ser criticos de nós mesmos. Temos que deixar passar tempo. Só me atrevi a publicar quando me senti preparado para o que pudessem dizer. Muita pessoas publicam um livro e nunca mais publicam nada. Umas vezes porque foram tão elogiados que não se atrevem a escrever outro com medo de não ser capaz de repetir a proeza. Outros porque foram tão criticados que perdem a confiança.

Eu não concordo com aqueles criticos muito exigentes que acham que é preciso destruir para estimular a pessoa a fazer melhor. Acho criminoso destruir o sonho de uma pessoa que quer escrever. Devemos ser generosos para que a pessoa não abandone a escrita. Uma pessoa que tira o sonho a outra devia ser presa.

É importante ler? Que livros mais me influenciaram?
Ler é a primeira parte, escrever é a segunda,
Gosto de escritores do imaginário e também dos realistas. Algusn escritores e artistas que me influenciaram: Virginia Wolf, Voltaire, Pessoa, Musil, Kafka, Clavino, Borges. Eu leio, leio todo o tempo. Tenho milhares de livros e leio sempre.
Tragédia literária é o que muitas vezes acontece com a poesia. Fernando Pessoa é a antītese da poesia emocional.
Os professores deviam dar aos alunos uma lista de livros obrigatórios.
(Contou o episódio do irmão a fazer doutoramento em Matemática  Aplicada em Harvard cujo professor na primeira aula deu uma lista de livros clássicos a todos os alunos. Um atreveu-se a perguntar a razão de ter que ler aquelas obras literárias se eram alunos de Matemática e o professor respondeu que se recusava a falar com pessoas que não tinham lido pelo menos aqueles livros.).
Viagens e leitura mudam a cabeça das pessoas. Se a pessoa não viaja e não lê, passados dez anos, está com a mesma cabeça.

Friday, 31 October 2014

Luso-Brazilian Film Screenings: Diaspora & Exile @ the Media Commons Theatre

The Department of Spanish and Portuguese in collaboration with the University of Toronto Libraries would like to invite you to the Luso-Brazilian Film Screenings: Diaspora & Exile that will be held in the last 3 Thursdays of the month of November at the Media Commons Theatre (Robarts Library, 3rd floor).

PLACE    Media Commons Theatre (Robarts Library, 3rd Floor)
DATE    November 13, 20, and 27, 2014
TIME:    6:30pm to 9:30pm



Screening 1 (Nov 13, 2014):    Foreign Land (Terra Estrangeira, Brazil/Portugal, 1995) Directed by Walter Sales and Daniella Thomas. Introduced by João Pedro Vicente Faustino (Camões Instituto)
Screening 2 (Nov 20, 2014):    Beyond the Road (Além da Estrada, Brazil/Uruguay, 2012) Directed by Charly Braun. Introduced by Hudson Moura (Department of Spanish & Portuguese)
Screening 3 (Nov 27, 2014):    In Vanda’s Room (No Quarto da Vanda, Portugal, 2000) Directed by Pedro Costa. Introduced by Kass Banning (Cinema Studies Institute)
 Language

All movies are in Portuguese with English subtitles. Each movie will be introduced and contextualized by Luso-Brazilian studies specialists, and a Q&A session will follow each screening.

 Free Admission

Admission to this event is free, but please take the time to complete our event registration form:

https://docs.google.com/forms/d/1SQsj-bbJVo76aOU42BjYsQhVdNGnLVsnXShVd74rd7I/viewform

 Organizers

Hudson Moura (Department of Spanish & Portuguese)

Fabiano Rocha (University of Toronto Libraries)

 Contact

For further information regarding this event, please contact fabiano.rocha@utoronto.ca

Wednesday, 29 October 2014

Critical Review: Sleepwalking Land

by Kelsey Cunningham (Major in Portuguese)


Sleepwalking Land directed by Teresa Prata (Terra Sonâmbula, Portugal/Mozambique, 2007), shows the viewer the necessity of stories and dreams to survive the brutality of warfare.

Mudinga, a 12 year-old boy who cannot remember his past, wanders with Tuahir, an old man, through the countryside of Mozambique. The pair travel aimlessly, gathering food and attempting to avoid the marauding gangs that plague the country. On their travels, they find a burnt-out bus littered with carbonized bodies.    Among the remains of the assault on the bus, the pair find a suitcase full of notebooks alongside the body of a man shot through the heart. The notebooks tell the story of war from a civilian victim’s perspective; Mudinga reads the pages aloud, giving voice to Kindzu’s own story of bitter loss and the physical and emotional wounds of war. Through these pages Mudinga also discovers possible clues to his identity and the identity of his mother. As Mudinga reads Kindzu’s diary aloud to the illiterate Tuahir, the audience wonders if perhaps the boy is inventing some of the story in order to justify his own hopes. As the plot progresses, reuniting Mudinga with his mother becomes the reason for the pair to go on.

A Sleepwalking Land is indeed the sense one gets from the depiction of Mozambique from this film, but the film does not mention any specific political group or even show any national symbols such as a flag or map. The film is meant to speak to the civilian casualties and suffering of any war, a place filled with sleepwalkers; people who are forced to hold on the dreams as their physically deprived and mentally drained bodies are tortured by the realities of human cruelty. Weakened but afloat in their own dreams, they are like the shell of a worn out bus drifting into the ocean; clinging to the last available shred of hope, as absurd as it may be, while slowly sinking into the abyss of inevitability lest they run ashore some unlikely salvation. The last scene captures the liberating power of dreams and stories beautifully as Mudinga approaches the abandoned ship where his potential mother has made her nest far away from the pain of land.

Both Sleepwalking Land novel and film are available at Robarts Library.

Explore our Portuguese Collections. Follow these links: Books & Films


                                                                                       

Monday, 20 October 2014

INTERACTIVE NARRATIVES NEW MEDIA AND SOCIAL ENGAGEMENT


Read the Proceedings: interactiveconference.spanport.utoronto.ca

Watch Conference’s video: http://youtu.be/AotT8fhop-s



First Day – Thursday Evening – October 23rd

Media Commons Theatre Robarts Library (3rd Floor)

130 St George St, Toronto (St. George Subway Station)

18:30-19:00 Registration

19:00-19:30 Opening Remarks

19:30-20:30 Crowdsourcing Documentary Making: Social Protest, Social Media and Engagement – Greg Elmer (Ryerson University)

Special Screening: Preempting Dissent (2014, 41’)

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 Second Day – Friday – October 24th

Room 119 – Emmanuel College

75 Queens Park Crescent E, Toronto (Museum Subway Station)

10:00-10:20 Registration & Coffee

10:20-12:00 Panel 1: New Narratives and Self-Interactivity

Moderator: Hudson Moura (Chair, Organizing Committee)

Florian Hadler & Daniel Irrgang (University of Arts Berlin, Germany) – Nonlinearity, Multilinearity, Simultaneity. Notes on Epistemological Structures

Tom Van Nuenen (Tilburg University, The Nederlands) – Journey as a post-literary travel tale.

Kris Fallon (UC Davis, USA) – Streams of the Self: The Instagram Feed as Narrative Autobiography

Siobhan O’Flynn (University of Toronto) – Narrative Strategies and Participatory Design: Framing New Methodologies for Narrative Studies

12:10-14:00 Lunch

14:00-15:20 Panel 2: Social and Interactive Multimedia Projects

Moderator: Martin Zeilinger (OCAD University, Canada)

Heidi Rae Cooley & Duncan Buell (University of South Carolina, USA) – From Ghosts of the Horseshoe to Ward One: Critical Interactives for Inviting Social Engagement with Instances of Historical Erasure (Columbia, South Carolina)

Rafael Antunes (Universidade Lusófona, Portugal) – Blue Pencil: Experiences in Transmedia

Mariana Ciancia, Francesca Piredda & Simona Venditti (Politecnico di Milano, Italy) – Shaping and Sharing Imagination: Designers and the transformative power of stories.

Coffee Break (20’)

15:40-17:00 Panel 3: Documentary and Social Interactivity

Moderator: Robert Davidson (U. of Toronto, Canada)

Ben Lenzner (University of Waikato, New Zealand) – Emerging Forms of Citizen Video Activism: Challenges in Documentary Storytelling & Sustainability

Begoña Gonzalez Cuesta (IE University – Madrid, Spain) – I-Docs and New Narratives: Meaning Making in Highrise

Janice Xu (Holy Family University, USA) – Telling the Stories of Left-behind Children in China: From Diary Collection to Digital Filmmaking

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Third Day – Saturday – October 25th

Room 119 – Emmanuel College

75 Queens Park Crescent E, Toronto (Museum Subway Station)

10:30-12:00 Panel 4: Remediation, Art and Activism

Moderator: Marta Marín-Dòmine (Wilfrid Laurier University, Canada)

Benj Gerdes (Long Island University – Post, USA) – Broken Screens
(and the Publics who don’t view them)

Isabella Trindade (Ryerson University, Canada) – In-between: between the concrete and the virtual, the physical and the imaginary

Charo Lacalle (Autonomous University of Barcelona, Spain) – Analysing women’s web comments on television fiction

12:00-14:00 Lunch

14:00-15:20 Panel 5: Film and Interactive Narratives

Moderator: David Sweeney (The Glasgow School of Art, Scotland)

Sandra Lim (Ryerson University, Canada) – Xapiri: at the juncture of history, experience, and technology

Kalli Paakspuu (York University, Canada) – Off the Wall with Shchedryk

Alexandre Coronato Rodrigues & Roselita Lopes de Almeida Freitas (ESPM – São Paulo, Brazil) – Collective Authorship In Real Time

Coffee Break (20’)

15:40-17:00 Panel 6: Theatre, Multimedia and New Narratives

Moderator: Sandra Lim (Ryerson University, Canada)

David Sweeney (The Glasgow School of Art, Scotland) – Crossing Boundaries: National Theatre Live, Backstage Access and Maximum Visibility

Daisy Abbott (The Glasgow School of Art, Scotland) – Old plays, New Narratives: Fan Production of New Media Texts from Broadcast Theatre

Aida Jordão (York University, Canada) – Inês de Castro on YouTube: Re-gendered Narratives

17:00-17:20 Closing Remarks

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Organizing Committee:

Hudson Moura (Chair) (Assistant Professor, Department of Spanish and Portuguese – University of Toronto)

Ricardo Sternberg (Professor, Department of Spanish and Portuguese – University of Toronto)

Regina Cunha (Ph.D. Candidate, Communication & Society Research Centre – CECS, Universidade do Minho, Portugal)

Cecília Queiroz (Director, BRAFFTV-Brazilian Film and TV Festival of Toronto)

Organizers:

Department of Spanish and Portuguese – University of Toronto

BRAFFTV-Brazilian Film and TV Festival of Toronto

Sponsors:

Department of Spanish and Portuguese – University of Toronto

Office of the Principal – Victoria College



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